o mês de outubro foi pesado, politicamente falando.

 

foi um embate sem fim de números estatísticos, fatos históricos e posturas econômicas do passado. depois, a disputa descambou para acusações pessoais, palavras de cunho moral como “família”, “Deus”, “mãe” etc.

existe, basicamente, a situação e a oposição. A primeira se orgulha de 8 anos de mandato e a segunda tenta voltar ao poder depois de 8 anos de mandato anteriores.

 

no que cada uma delas contribuiu para o quadro atual do país? esta é a resposta procurada pelos eleitores, embora todos saibam que, em certa medida, 16 anos de contribuição de ambas houveram.

 

quem errou menos? a contrario sensu da pergunta anterior, aqui se indaga o risco em manter ou não tal partido no governo, considerando o passado. Todos nós sabemos, todavia, que não são santos nem gregos nem troianos.

 

cada vez mais me convenço que o progresso humano é feito de retrocessos periódicos, seguidos de crises paradigmáticas – um avanço e um atraso, uma vitória social ou uma vitória empresarial ou um empate em zero a zero.

 

boa sorte no dia 31!

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