(slogan do tribunal – faça o que eu digo… reprodução do site oficial do STJ: http://www.stj.gov.br)

 

Reproduzo, na íntegra, a postagem do “blog do lot”, que me fez pensar:

 

Se não dão o exemplo…

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) usou brecha para driblar o teto salarial de R$ 26.700 imposto pela Constituição e pagou no ano passado em média R$ 31 mil aos ministros que compõem a corte –quase R$ 5.000 acima do limite previsto pela lei.

 

Segundo reportagem de Filipe Coutinho publicada na Folha deste domingo (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL), o tribunal gastou no ano passado R$ 8,9 milhões com esses supersalários. Um único ministro chegou a receber R$ 93 mil em apenas um mês.

 

Dos 30 ministros, 16 receberam acima do limite em todos os meses de 2010.

 

(Fonte: Folha de São Paulo, 27/02/11).

 

Comento: Qual o estímulo ao cidadão para cumprir a lei se os encarregados de sua aplicação não a observam? Não será também por isto que o Brasil está transformado nesta “geleia geral” moral?

POSTADO POR LUIZ NELSON LOT ÀS 9:45 AM

 

Fonte: http://blogdolot.blogspot.com/2011/02/se-nao-dao-o-exemplo.html

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2 comentários sobre “como falar de justiça para um cliente?

  1. Diego,

    Devemos falar da “lei” aos clientes e não da “justiça”. Isto, porque o bom juiz irá aplicar a lei. Fazer justiça não é a função dele. Mesmo porque, fazer justiça em vez de aplicar a lei pode dar azo à discricionariedade do juiz, o que não é bom. Veja, sobre o tema, o que escreveu recentemente Reinaldo Azevedo:

    “Todos sabemos onde está lei e o que vai escrito nela. Se estamos numa democracia, e estamos, há canais para mudá-la. Se não muda, é porque não se conseguiu a necessária maioria para tanto. Vamos adiante: o “justo”, segundo entendi, pode não estar na lei, mas alhures — onde então? O único lugar possível, dado o texto, é a cabeça do juiz. Se posso ler a lei, como faço para ler o “justo” na cabeça do magistrado?”

    Grande abraço,

    1. olá,

      realmente é melhor falar da lei.

      desta forma, não deixamos o cliente a divagar sobre o seu caso e, também, aperfeiçoamos nossa ótica e estudo.

      o título desta postagem deveria ser, então, “como falar DA JUSTIÇA para um cliente?” rsrs

      abraço!

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