Nem Mourinho, nem Guardiola: Copa mostra a influência de Jurgen Klopp no futebol atual

Klopp

Gols de bola parada, contra-ataques, defesas cerradas e jogadas de muita velocidade. A Copa do Mundo mostra a influência das ideias do técnico do Liverpool no jogo contemporâneo.

Por Leonardo Miranda

05/07/2018 17h04

Disponível em https://globoesporte.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2018/07/05/nem-mourinho-nem-guardiola-copa-mostra-a-influencia-de-jurgen-klopp-no-futebol-atual.ghtml

“As coisas fundamentais acontecem quando o tempo passa”. O trecho é de “As Time Goes By”, canção eternizada no clássico Casablanca, de 1942. Humphrey Bogart e Ingrid Bergman se amam, mas o tempo faz com que não fiquem juntos. Na Copa do Mundo, o tempo parece ter passado para Pep Guardiola e José Mourinho. Até aqui, o futebol jogado mostra um novo “mentor” nas questões táticas do jogo: Jurgen Klopp.

A periodicidade da Copa sempre fez do torneio um celeiro de novidades táticas. Os times apresentam conceitos vindas dos clubes e dominantes em seus países ou continentes nos 4 anos que se passam. A Holanda de 1974 foi fruto de um Ajax tri-campeão europeu anos antes. Há pelos menos 3 Copas do Mundo, o jogo é regido pelas ideias de dois técnicos muito especiais: José Mourinho e Pep Guardiola. E Klopp, assim como Zidane e Simeone, aparece como o novo “maestro” tático do futebol.

Mourinho: a revolução do jogo pelos espaços
Mourinho é o expoente da chamada periodização tática. O conceito abole os famosos coletivos e treinos em caixa de areia. Os trabalhos passam a ser intensos e curtos, com um objetivo: copiar o jogo. É uma inversão da famosa frase “treino é treino e jogo é jogo”. A parte tática, técnica e física começou a ser trabalhada de forma integrada, em uma sessão de treino. Tudo para estimular um jogo mais rápido e inteligente, que seguisse princípios e não apenas encaixasse talentos – o famoso modelo de jogo. Sabe a intensidade que Tite tanto cita nos treinos? Vem daí.

A Copa do Mundo de 2006 é exemplo da influência do português. O espaço para jogar encolheu consideravelmente. Mourinho entendeu que a região de maior proteção era a entrada da área, o chamado funil. A linha de defesa fechava aquele espaço, com pontas e volantes voltando junto aos laterais. Se antes os times se espalhavam em 30 ou 40 metros, o jogo passou a acontecer em 20 metros. A Itália ganhou a Copa com um futebol de extrema compactação, e o time mais contemporâneo do torceio era a Alemanha: sem líbero e fechando seu campo em coisa de 15 metros, como na imagem.

O futebol é um grande jogo de consequências. Se um time vence de uma maneira, seus adversários começarão a estudar e pensar em novas maneiras de bater aquela ideia dominante. A revolução metodológica de Mourinho provocou um aumento considerável na velocidade do jogo. Se seu adversário está encolhido em 15 metros, é preciso ter movimentações rápidas, que abram espaços para jogar. A Premier League, conquistada por Mourinho em 2006 e 2007, se consolidou como um campeonato de transições e “loucura”. O camisa 10 deu uma sumida: não havia mais como um jogador como Riquelme passar tanto tempo com a bola. Era preciso tocar e passar rápido. Quanto mais rápido, melhor.

Guardiola: o controle do jogo pela bola
Todas as mudanças de Mourinho tem como objetivo controlar os espaços de jogo. Foi Pep Guardiola quem inverteu a lógica: passou a dominar a bola. Seu Barcelona tocava de forma tão rápida e organizada que o adversário simplesmente não a tinha. Sabe a obsessão pela posse de bola? Surgiu daí. A grande novidade de Pep foi resgatar o jogo de posição. O Barcelona ocupava espaços de forma a garantir que todo mundo tivesse opções de passe. E também garantia que, a cada passe, o adversário “saísse” do lugar, quebrando aquela linha de handebol que Mourinho planejara.

Havia outro detalhe tático no Barcelona. E ele acontecia sem a bola. A periodização tática melhorou o preparo físico dos jogadores. O jogo ficou mais veloz, e começou a exigir jogadores mais inteligentes, rápidos em tomadas de decisão. O Barcelona só conseguia ficar com a bola porque exercia uma marcação muito intensa e sufocante ao perder a bola. É o chamado “pressing”, como você vê na imagem. Ter mais e mais jogadores pressionando e sufocando. Se retoma a bola, alarga o campo e volta a ocupar espaços para trocar de passes.

Klopp e o nascimento de um novo ciclo
O ano era 2013. Guardiola iria assumiu o Bayern ao fim da temporada. Mourinho estava em seu último ano no Real. Mas quem chegou na final da Champions League foi o Borussia de Jurgen Klopp. Havia naquele time alguns detalhes que pareciam moldados para vencer Mourinho e Guardiola. Não é por acaso que Klopp ostenta uma marca impressionante: tem mais vitórias contra os dois.

Klopp contra Mourinho: 3 vitórias, 1 empate, 1 derrota
Klopp contra Guardiola: 7 vitórias, 1 empate, 5 derrotas
Para entender a importância de Klopp nesta Copa, é preciso entender o que ele apresenta às duas filosofias. Primeiro, Klopp ensinou que aproveitar os espaços quando o adversário perde a bola era incrivalmente eficiente. O “pressing” era executado por Guardiola, mas seus times tocavam para trás. Klopp foi o principal destruidor da teoria da posse de bola: recupera e parte de forma fulminante ao ataque, sem dó alguma. Nada de construir ou atendar a ideia do “jogo de posição”. Foi assim que Klopp destroçou o City de Guardiola na Champions League desse ano, num movimento que ficou apelidado de “Gegenpressing”.

Se hoje Tite fala em “perde-pressiona” em suas coletivas, é porque Klopp ensinou que roubar a bola perto do gol e acelerar a partir daí era fundamental. As seleções na Copa também gostam de roubar a bola mais à frente, como a França. Assim nasceu o gol de Mbappé que eliminou o Peru: Pogba retoma, toca e o time todo faz o movimento de correr e atacar o espaço. O gráfico abaixo mostra a altura do campo onde as bolas são roubadas. Veja que as melhores equipes são as que roubam mais bolas perto de seu ataque.

Klopp influenciou o futebol ao mostrar que se pode atacar times que sufocam e querem ficar com a bola. Caiu o mito da posse de bola. A consequência foi que os times precisavam cada vez mais construir as jogadas de forma rápida, saindo dessa pressão. Guardiola, Mourinho e muitos outros se adaptaram. A melhor resposta veio do Real Madrid de Zidane: fluidez, muita movimentação e um jogo pensado para deixar os atacantes mais à vontade. Talento perto da defesa, totalmente bloqueada como o Irã fez nesta Copa.

Klopp também reinterpretou essa necessidade de se combater as defesas influenciadas por Mourinho mostrando um novo modo de defender. O Liverpool fazia os mesmos movimentos de proteger o funil, mas não se defendia com 10 jogadores. Apenas 7 voltavam. O trio composto por Salah, Mané e Firmino ficava esperando contra-ataques, prontos para pegar a bola e aproveitar os espaços. Klopp mostrou que era possível ter uma defesa compacta e eficiente com menos jogadores se houvesse muita pressão e velocidade nos movimentos.

Um dos detalhes táticos do Liverpool era um tripé de volantes que “balançava” pro lado da bola, com o intuito de criar a chamada superioridade numérica por aquele setor. O movimento é frequente no mundial. Abaixo você vê a Tunísia se defendendo assim, com uma linha de cinco na defesa. Mas times com uma linha de quatro também fizeram o mesmo que Klopp no Liverpool: todo mundo “balança” pro lado da bola, sufoca o adversário e tenta roubar essa bola pra emendar um contra-ataque.

Defesa, posse de bola…a influência de Klopp nos times não para por aí. O jogo está cada vez mais veloz e é jogado em menos espaços. Logo, abre-se uma lacuna imensa para o contra-ataque. Não é por acaso que a Bélgica, adversária do Brasil, tem o melhor ataque dessa Copa. Pelo menos 3 gols foram feitos em jogadas de contra-ataque onde há uma movimentação tão intensa como o Liverpool tinha: rouba a bola, movimenta pra bagunçar e chega ao ataque com muita gente.

Há também uma outra influência: a participação do pivô. Harry Kane é o artilheiro do torneio com 6 gols, e logo atrás dele estão centroavantes fortes, mas com mobilidade. Eles podem jogar de costas, preparando bolas e segurando defesas para que um espaço seja aberto. Muitos gols foram feitos assim. Um reflexo direto de como quebrar as defesas pensadas por Mourinho. Não é por acaso que Firmino, treinado por Klopp, peça passagem na seleção pela capacidade de sair da área e fazer gols com 9 matador. O gol de Mbappé contra a Argentina é um bom exemplo desse centroavante à lá Firmino no Liverpool.

Steve Jobs disse que a criatividade é a arte de conectar ideias. Nada do que você leu se caracteriza em uma revolução, ou algo inédito, totalmente novo. Muitas vezes o novo é uma reinvenção do passado com temperos do presente. Mas o futebol é feito de ciclos, se reinventa e muda o tempo todo. Nem Guardiola, Mourinho ou o casal de Casablanca conseguiram a eternidade. Hora do futebol se render à passagem de bastão para Jurgen Klopp como grande influenciador do jogo contemporâneo.

Por Leonardo Miranda

05/07/2018 17h04

Disponível em https://globoesporte.globo.com/blogs/painel-tatico/post/2018/07/05/nem-mourinho-nem-guardiola-copa-mostra-a-influencia-de-jurgen-klopp-no-futebol-atual.ghtml

 

análise jogador por jogador – brasil e croácia

bom dia terráquios!

estou eu aqui, para comentar o jogo de abertura da copa do mundo! ueba.

é, não só vai ter copa, como teve copa e continua tendo copa! 0/

ontem o brazil jogou bonito, só que não.. vejamos passo a passo o desempenho de seus jogadores:

medo da porra
medo da porra

Goleiro Júlio César camisa 12, ou Cesinha para os amigos: penso não ter comprometido o time com sua atuação. fez defesa importante no chute no canto de modric do real madrid cara de rato, que foi no canto e rasteiro. considerando o campo molhado – ¬¬ pqp hein FIFA, este chute poderia mesmo ter sido gol. o único medo que me caguei todo foi o lance que o nosso querido japonês marcou falta de olic no cesinha, pois me lembrou a belíssima saída pelo alto de 2010 contra a holanda, cruzamento do “chinaider” rs. isto porquê, amigos, considerei que não foi falta! e não foi! observem que o jogador da camisa mais estranha do planeta pulou “costas com costas” com o goleiro e com a cabeça subiu mais alto que o mesmo antecipando la pelota. o que é totalmente válido neste esporte! não escorou no goleiro nem cabeceou suas mãos, mais sim a brazuca e de modo limpo. considero o victor mais seguro neste tipo de encaixe, pois o mesmo daria um soco na cola para a linha de fundo por cima do travessão. porra julio faz o simples e não encaixa essa bagaça, treinando mais o salto caramba. essa camisa 12 parece de reservão memu AHUEHUEE. nota que daria? 8,5.

dani

Lateral Direito Dani Alves, espanholizando o nome: olhem esta imagem, de que adianta ter a melhor zaga do mundo se eles vão ficar olhando petrificados um baixinho lateral entregar a rapadura e ferrar com a copa? é meu amigo, a zaga TAMBÉM É COMPOSTA DE LATERAIS, os quais não foram nada bem ontem. porque o daniel quase ferrou com a copa? porque não marcou corretamente o jogador olic quando este veio na avenida daniel alves e cruzou rasteiro para “ver o que vai dar”… e deu, uma furada inexplicável do camisa 9 da toalha de buteco que assustou o marcelo. se tem algum lateral para culpar neste gol é o daniel, não o marcelo que veio corretamente fazer sua cobertura. além do mais o daniel alves não subia para dar opção ao oscar e hulk. displicente ou a idade? não sei mesmo.. rs.. melhor maicon titular. nota que daria: 5,0.

thiago

Zagueiro Thiago Silva, le beiço man – Um grande zagueiro é aquele que não aparece no jogo, faz o super simples e deixa até eu que sou viciado em café e coca-cola extremamente zen. ao contrário do cabelera, thiago tem um passe mais tranquilo e menos apavorado. claro que david jogou bem rasgando lá de trás, mas thiago foi seguro nas poucas chances em que chamado a atuar. não teve culpa no gol contra de marcelo, porém não foi nem um pouco efetivo de cabeça no ataque. acho que o fato de chorar ao realizar o sonho justifica ser o capitão. nota: 8,5.

te enrabo
te enrabo
vem fiduaégua
vem fiduaégua

Zagueiro David Luiz da caverna – ele gosta de rasgar a bola pro alto com força, é um cara brigador, tendo falhado em afastar a bola no cruzamento que originou o gol do marcelo. claro que não esperava a resvalada/furada do centravante, mas isto não justifica. afinal o zagueiro tem que meter nem que for a bunda na bola para tirá-la. de todo modo foi o único a levar perigo de cabeça, e uma bola sozinho com o goleiro pra frente da croácia. neymar sacaneou-o ao recuar uma bola IMPENSÁVEL vtnc neymar. nota parecida com a do thiago, 8,7.

caraio man
caraio man

Lateral Marcelo cara de “o que eu fiz?” – coitado do cara, copa no seu país, técnico falando que já somos campeões etc. e tal, dilma assistindo, leonardo di caprio, brasil hexa por todo lado, ele campeão da liga dos champeons da europa com o real, tudo mil maravilhas, única seleção sem lesões………………….. aí o que acontece: gol contra. sempre gostei do futebol do marcelo, na minha opinião muito superior ao maxwell (máximo do bem) e de todo e qualquer jogador da posição na atualidade. fora o lance fatídico, marcelo fez a cobertura adequadamente e foi bem ao ataque, nota 7,5.

o cara de baiano sendo carinhoso com o camisa 10 deles hahaha
o cara de baiano sendo carinhoso com o camisa 10 deles hahaha

Luis Gustavo, que parece baiano de bigode. é o melhor da coisa toda, jogou muito. pensa num cara de voz grave e firme no desarme. hahahahah rimou. é do tipo de cara que nao aparece o jogo inteiro, sinal que jogou bem rsr. Manteve segura a frente da zaga, por isso sua nota fica no 8,5.

paulim tentando fazer alguma coisa aff
paulim tentando fazer alguma coisa aff

Paulinho – o volante. se tem uma peça de carro que realmente é definida neste time é o baiano e o paulinho, dois volantes. um de primeiro volante, marcador, cão de guarda e bla bla bla. e outro de segundo volante, armador, que faz a ligação com o ataque. sinceramente, o camisa 8 do brasil “fez o simples” neste jogo. não podemos dizer que foi destaque ou qualquer coisa assim, mas certamente deu bons passes rodando a bola no meio campo rsr. não me deixo influenciar pela sua partida contra o méxico, objeto de outro post.

nota ali perto do razoável: 7. obs.: pra mim o camisa 8 é meia, sendo que somente um volante está bom. esse negócio de encher o futebol mundial de volante é moda. eu mesmo ja joguei com a 8, sendo um “meia assessório ao 10 do time”. não me venham com mimimi.

neymar destro no pênalti
neymar destro no pênalti
neymar voador
neymar voador

O camisa 10 – Neymar – foi o segundo melhor da seleção, atrás apenas do mininu oscar, marcando um gol legítimo e um pênalti cagado. falar a verdade faz tempo que não vejo o neymar errar um pênalti, depois que o cidadão aprendeu a dar aquela girada e aqueles passes curtinhos pra ganhar tempo e tentar ver onde o goleiro vai. só que desta vez quase ele se fudeu, pq o goleiro da croácia pqp como era grande. o primeiro gol não, esse foi bacana, pois puxou pra perna esquerda e surpreendeu todo mundo que assistia – craque é assim! era pra tirar 9, mas como foi burro pra caralho idiota de levar o amarelo, fica com 8,6.

travaa garooto
travaa garooto
bico é chique
bico é chique
com fome
com fome
hulk magrelo, oscar nas horas vagas
hulk magrelo, oscar nas horas vagas

Oscar, o hulk magrelo – o oscar sempre me pareceu com falta de vitamina, o que é mentira porque a seleção e o chelsea tem dinheiro pra comida, nem que for uma carne cozida. mas nesse jogo ele deu mais carrinho que o luís gustavo, prova que tava com o cu piscando de medo de ficar na reserva do wilian hahahahahahah vai vendo o que a espn e sportv não fazem com seus comentaristas rsrs. fato é que o garoto marcou bem, foi o único a dar dribles visando ir pra lateral e área adversária, já que o neymar foi centralizando. além disto, fez um gol que deu garantia da vitória, porque o clima tava tenso. quero anotar aqui um apontamento: não fosse o nosso craque japonês juiz marcar o pênalti, a croácia nunca iria ter que ir pra cima e, portanto, não sairiam as duas linhas de 4 que foram armadas. esse é e sempre foi o problema do brasil: saber furar as malditas duas linhas de 4. mas como o pênalti veio e tal… aí oscar ficou contra apenas 2 (e não 8) croatas. nota 9 pro lek.

ja sentindo a coxa
ja sentindo a coxa
compõe o meio, volta pra marcar...
compõe o meio, volta pra marcar…

Hulk – o verdadeiro, a bunda ambulante. já escrevi um post dedicado aos glúteos famosos dessa figura, o que não me interessa na verdade. tromba, toca, tromba, chuta, tromba, protege, tromba, faz a parede e tromba, ganha o escanteio. tá aí o resumo do jogo desta nobre peça do time. não é craque, não é goleador, não resolve, mas vc sente a diferença se tira do time. ganhou a confiança do país, pois todo mundo ficava besta com a sua ruindade, ô homi horrível, grosso! mas hoje já aceitamos sua importância tática, parece que já sentia a tal coxa, nota do razoável, 7.

CAIU E EXIGIU
CAIU E EXIGIU

fred, odiado. pensa num cara que ninguém perdoa. pensou? pronto, agora multiplica anos-luz isso ae. esse é o fred. pra começar ele joga num time que não paga a série B. não tem o porque um cara desses jogar num time mais ou menos do rio que não tem libertadores… enfim. pessoas, prestem atenção: NÃO TEM COMO CENTRAVANTE NENHUM jogar bem enfiado no meio de duas linhas de 4. pra isso ocorrer, pra ele jogar bem, precisaria de todo o time se movimentar para deslocar pelo menos um zagueiro e um volante da redondeza. senão ele nem rela na bola, pois é óbvio que é preferível o jogo pelas laterais do campo. quanto ao pênalti: a fifa disse que não iria tolerar o tal AGARRA AGARRA. nota do razoável. 7 meu fio!

nada que mudasse o jogo
nada que mudasse o jogo

3 substituições: Hernandes no lugar do paulim, bernard alegria nas pernas no lugar do bunda e ramirez no lugar do lek neymar. ramirez não é brilhante como na época em que fez aquele épico gol pelo chelsea na champs contra o barcelona, hernandes só é diferente quanto acerta um chutaço de fora da área, o que não houve. apenas a se destacar bernard, que deu muito mais movimentação no lugar da trombação sem tamanho do hulk. nada que talvez justifique que o coutinho não fosse pra copa. nota 7 pros 3.

fodão
fodão
aprende com 5 estrelas lek
aprende com 5 estrelas lek

time adversário – técnico otário. o time da croácia é basicamente modric, rakitic, olic e mandzukic. nenhum deles fez diferença, lembrando que o último estava suspenso. o mais legal foi ver o técnico calar a boca, porque ele achava que a croácia era fodona. enfim, se fossem tao bons, teriam visto que é RIDÍCULO AQUELE QUADRICULADO DE MESA DE PICNIC. ponto final. nota 5 pra eles.

Melhores momentos: http://globotv.globo.com/rede-globo/copa-do-mundo-2014/v/melhores-momentos-brasil-3-x-1-croacia-pela-1a-rodada-do-grupo-a-da-copa-do-mundo-2014/3413485/

e é isso, molekes ousadus que me leiem todo santo dia……. o jogo foi bom apesar das cornetas. o brasil sempre tem que golear neé? se quiserem, podem dar uma olhada no PAVOROSO time do mano menezes, que inclusive tinha uns caras que eu achava massa, tipo o danilo na lateral, aqui nesse link: https://diegotofoli.wordpress.com/2012/06/04/analise-jogador-por-jogador-do-brasil-azos-a-derrota-para-o-mexico/

quando der publico a análise jogador por jogador contra o méxico, na segunda rodada do grupo A. abraçus!