fevereiro de 2014 – ponto final.

ponto final.

a vida é um suspiro, quão espirro de passageira,

o dia começou com uma notícia…

será do jeito que era quando nos conhecemos?” [the way it was]

um anúncio de começo de dia.

 

e o ser vivente, sem aviso, não se despede..

ficam os não-abraçados, inocentes

não há abraço igual o tal!!

beije-me forte antes de ir” [lana del rey], diria a mãe.

 

do outro lado não aposte haver alegria

são várias famílias, famílias,

e daqui de fora, da janela da incredulidade:

o que aconteceu? com ambos? com todos..

 

é tão estranho, os bons morrem #antes” (love in the afternoon + dr. daniel porto).

 

 

 

 

das 458 coisas importantes do dia, todas com seu espaço, nada mais me faz pensar profundamente do que no reflexo familiar daquela notícia de início de dia, principalmente para aquele senhor, aquele pai de família batalhador… =(

 

 

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#MORTO -> final de Sexta e um Blog quase parando haha

olááá

 

cá estou eu!

FONE DE OUVIDO

a um tempo é isto que tenho ouvido:

  • muse, madness e supremacy (live 2013);
  • jessie j, thunder e wild;
  • avicii, make me up;
  • alicia, feat minaj em girl on fire
  • pink, feat nate, just give me a reason;
  • kelly clarkson, tie it up;
  • selena gomez, slow down.

 

 

music

bom, pensando em “música” kkk (aspas só pra sacanear)..

vou começar a recitar um poema, o título dele é “como a exponav mudou minha vida“.. rs ♠♣♥♦

estive olhando minha agenda da semana que vem, que tenho que montar amanhã cedo, porra 13 páginas! deve ser tudo assim:

11-11: comeeeer

11-11, às 15h: descansar e comer

12-11, 19h35: descansar

13-11: dormir e fazer nada

13-11, almoço: dormir

hahaHAHAHAHA não!

tenho certo fascínio por psicologia e também gosto de nelson rodrigues, então aí vai…

lituraterre

“Lendo os grandes escritores da literatura universal, não raro nos deparamos com personagens de quem se diz que são psicólogos. Os próprios autores o dizem, os próprios criadores desses personagens. Não que tenham sido formados na ciência psicológica, não que tenham feito qualquer espécie de graduação em psicologia. Dizer que são psicólogos é o mesmo que dizer que são figuras dotadas de sensibilidade especial para tudo o que é humano, leitores de entrelinhas, investigadores da alma – assim como esses próprios autores muitas vezes foram!

Essas reflexões vêm a própósito do seguinte: estou relendo “A vida como ela é…”, do nosso conterrâneo Nelson Rodrigues. O que vou dizer pode parecer banal, mas não é: as crônicas de “A vida como ela é…” são, realmente, histórias da vida como ela é. Não da vida como gostaríamos que fosse, senão justamente o oposto. E então pensei: tá aí, Nelson Rodrigues, um grande…

Ver o post original 146 mais palavras

mais um dia longo

 

 

aperte o play enquanto lê:

 

aqui

 

 

é como se fosse uma brisa leve.

 

sinto tanta coisa a mudar em mim, e como a brisa essas coisas vem para o bem. nada estremamente grave, nada que se note no meu jeito…. mas, à noite, quando eu estou comigo só eu me olho diferente no espelho como se estivesse quilômetros daquilo que eu tinha acabado de ver ontem… é possível evoluir tanto?

 

e o mais engraçado é progredir para não ser melhor que ninguém, para não tirar de ninguém sua inocência, seu sentimento, sua confiança… não acabar com o que há de melhor no ser humano.

 

meu tempo é tão livre e tão ocupado

 

tem hora que tenho raiva do tempo livre

 

tem hora que tenho raiva do tempo ocupado

 

agora, bem agora, no presente momento – não estou com raiva de nada… muito pelo contrário! as coisas que estão em minha volta não merecem meu momento de furor. meu momento de furor não tem razão de ser.

 

dando aula pra um cara de 40 anos e eu não entendo essa vida mesmo vio!

 

(dos seus sentimentos vc não tem culpa de os ter)

estou melhor que ontem, estou na luta incessante

oe,

esse blog funciona como um diário (sei que é gay falar isso rsrs). funciona como uma página em branco para minhas loucuras, para as minhas poesias e músicas, para um pouco mais de mim. é onde está minha expressão.

minha cabeça em dias atuais anda repleta de idéias, de compromissos, de teorias. minha mesa também não me deixa olhar de lado. mas eu olho…………….

eu olho o mundo da janela do meu escritório, da rua de casa, das fotos do meu tumblr.

as pessoas me pedem 4524324 favores por dia por simples comodismo. pára né? hoje meus olhos abriram-se de manhã e entenderam o horizonte do mundo, que não é nem um pouco justo mas é bom de se viver. então para estas pessoas eu posso ajudar até meus braços aguentarem, não abusa.

baixei hoje o último cd da banda “mystery jets” chamado “serotonin”, lançado em 2010.

apesar da nomenclatura estranha o som me agrada, me conforta, me leva longe. é o tipo de coisa que muitas pessoas não entendem: nomes de bandas, nomes de músicas, estilos músicais e crítica musical não tem NADA a ver com o efeito do som para quem gosta, pra quem se afeiçoa.

vou fechar esse post colocando um pedaço do post “esperar vale mais do que compreender” no blog de pensamento poético “lituratterre”:

“a poesia sempre nos ensina que há como bem posicionar nossas velas e saber quando é hora de lançar mão dos remos e quando é hora de parar”.

um pouco de expressão poética

Calabar: o elogio da traição

“Meu coração tem um sereno jeito,
E as minhas mãos o golpe duro e presto.
De tal maneira que, depois de feito
Desencontrado, eu mesmo me contesto.

Se trago as mãos distantes do meu peito,
É que há distância entre intenção e gesto.
E se o meu coração nas mãos estreito,
Me assombra a súbita impressão de incesto.

Quando me encontro no calor da luta ,
Ostento a aguda empunhadora à proa,
Mas meu peito se desabotoa,
E se a sentença se anuncia bruta,
Mais que depressa a mão cega executa
Pois que senão o coração perdoa!”

Os versos acima, do cineasta moçambicano Ruy Guerra, compõem fragmento de pungente importância em Fado Tropical, música composta porChico Buarque para a peça Calabar ou O Elogio da Traição. Registro-o em meu blog no aniversário de uma amiga querida que o tempo ensinou a por ela me permitir amar. Essa última sentença, que conta de nosso intercurso fraterno, não é menos complexa do que os caminhos que nos uniram. Mas no presente do que incessantemente se presentifica ela é uma companheira fiel, eternamente atormentada com os horrores testemunhados todos os dias nesse país tão intenso. Sua delicadeza que hoje é celebrada aniversariamente encontra uma bela expressão nos versos do Ruy que demonstram o inevitável conflito dos que se pretendem doces: precisar a todo instante (re)domar a fera que em nós ameaça devorar. Não conheço em profundidade a peça e do seu roteiro tenho apenas uma idéia aproximativa, entretanto (ou exatamente por isso), dou-me ao luxo de atravessar a nuvem das interpretações políticas que circundam a composição dessas obras (Calabar e, especificamente, Fado Tropical) e puxo a poiesis pelo dedão do pé da palavra e a entendo, já desde o título, como Traição. Assim é a vida. Nessa agitação feroz e sem finalidade (Bandeira) traimos antes de mais nada a nós próprios quando, desencontrados dos lugares que imaginariamente nos colocamos em nosso discurs, não alcançamos nossos ideais mais elementares. Traimos a todo instante quando replicamos no outro os traços de nossas humilhações pretéritas, quando odiamos em nome do amor, quando mentimos diariamente as nossas maiores verdades. Traimos a nós próprios quando perdidos nas ocupações ônticas e práticas fugimos de nosso poder-ser-propriamente diluídos numa massa barulhenta e sem identidade. Mas sobretudo traímos a nós mesmos nas armadilhas que nosso narcisismo consumista e voluptuoso nos prepara quando, por tudo e por nada (por nada, geralmente) negligenciamos companhia verdadeira e antiga em nome de qualquer nova presença. É em nome do reconhecimento do apreço pelo que há de epifânico em algumas relações, as de perto e de longe, do Brasil ou de Israel, do mundo real ou do real-virtual, as de antes e de hoje, que homenageio no aniversário dessa borboleta azul todos os presentausentes que a despeito de toda e qualquer forma de traição se mantém como uma concha aberta a recolher a prata caída das estrelas e iluminar a escuridão de nossa noite pessoal.

Retirado daqui, desse ótimo blog: http://lituraterre.com/2011/05/18/1026/

ninguém ganha dinheiro escrevendo blog – tirando a maria bethânia

oi

 

hoje me deparei com um nome em primeiro lugar nos Trends Topics Brazil no twitter:

 

– signifca, pra vc que é meio desligado dessas coisas, que isto era o assunto mais comentado no brasil nesta manhã.

 

Acontece que esta simpática senhora de beleza rara, chamada Maria, vai criar um blog chamado “O Mundo Precisa de Poesia” e, para isto, receberá um milhão e trezentos mil reais do Ministério da Cultura – ou seja, de nós.

 

Esta informação corriqueira, passada pela Mônica Bergamo da “Folha de São Paulo”, fez com que muita gente opinasse, fizesse piadinha e ficasse P da vida, vejamos:

 

 

Sempre com muito carinho sabe:

 

E o mais legal é que o mesmo Ministério já tinha negado o pedido de um milhão e oitocentos reais para financiar a turnê da dita cantora e ela veicula suas músicas on line para ganhar dinheiro do Ecad – Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, instituição civil mantida inclusive por recursos da lei de direitos autorais.

 

realmente a carreira da cidadã é impulsionada facinho né? e no “banco da gente” o povo só consegue uns 10 mil pra fomentar seu negócio.. trágico.

 

melhor eu correr atrás de uma grana vio.. rsrs

 

abraço galera! fui!

olhe os outros, olhe dentro de si

http://www.flickr.com/photos/nasacommons/5278072466/

a dedicação a um sonho é visível em suas rugas

o respeito pela vida, pela dor do outro, pela limitação de tudo que é humano… está ali nos seus olhos.

compromisso, eis a palavra-chave!

 

só que as pancadas da vida o deixaram seco, tem dias que indiferente.

seu descrédito na mudança vem de tantas tentativas frustradas.

seu HD está cheio de memórias só suas…

 

olhe-o, decifre-o.

olhe-se, pois saber de si é mais difícil por não ter a quem perguntar.

onde vão minhas loucuras? em comparação a quê são mesmo loucas?