racismo visto por um branco, mundo das aparências e o novo cpc

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põe orde

 

oi,

 

aqui quem vos fala é….?

 

tcharam! eu.

 

então, o novo cpc não adotará expressamente as chamadas “condições da ação”.

 

ta aí uma constatação que mudou minha vida, a sua não?

 

sim mudou, porque só quem manja dos paranaue, só quem fez faculdade de direito, vai entender o porque isso é relevante.

 

o fato é que a nova codificação romperá com concepções doutrinárias, focando exatamente no efeito prático dos atos processuais e os delineando.

 

tá, ótimo assunto pra uma madruga né?

 

segue o link do professor medina, que trata de maneira confortável sobre a temática: http://www.conjur.com.br/2014-ago-25/cpc-nao-adotar-conceito-condicoes-acao

 

bom,

 

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depois dessa brevíssima consideração legalista, gostaria eu de tratar de 2 temas que vira e mexe me aparecem: o racismo (contra preto, óbvio) e a sociedade de aparências na qual vivemos – aliás, por ela, deveria eu retirar o “preto” dali.

 

 

eu tava assistindo o jogo do glorioso peixão, quando o aranha goleiro – que é calmo pra cacete – revoltou com algo e os caras da sportv nem sacaram.

 

ele pediu pro cara da camera virar ela do campo rumo aos caras que imitavam um macaco e o cara NAO VIROU A PORRA DA CAMERA affu.

 

bom, em resumo: no final do jogo ele disse “isso dói, dói”. e realmente doeu em mim. cara doeu! como assim? sou branco mas eu fiquei muuuito pra baixo com tudo isso.

 

não vou comentar a questão da patrícia, muito menos a pena de expulsão do grêmio do campeonato. porquê quem conversar comigo sobre o assunto saberá, se já não souber, qual minha opinião.

 

mas o fato é: um branco, realmente quase chorando, por uma causa de negro? sim, é possível.

 

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pra finalizar e não encher o saco: mundo das aparências. eu sei que voltemeia eu falo disso aqui. falo memu!

 

eu não posso dizer que não obedeço ao que a sociedade humana me pede, é necessário. eu sim posso agir pelo que geral quer ou acha conveniente, afinal caso contrário seria difícil a convivência entre nós.

 

mas alto la! eu tenho minha forte dose de loucura, suficiente para não respeitar grande parte desses padrões.

 

não respeitar em certas escolhas, em agir como quer e não como “deveria ser para não ser feio, deselegante ou condizente com o seu status social”. meu amigo, o status é meu! eu soco ele na gaveta que eu quiser!

 

espero ter ajudado a você, meu querido diário e meu amigo imaginário, a desvendar os mistérios desses três assuntos da videoaula de hoje. e até o próximo “como passar em concurso!”.

 

AHAUHAUHAUHE

 

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música, vida particular e outras elucubrações

DESTAQUES-casosfb1

Oi, ó eu aqui de novo! Só pode ser, já que não existe um outro editor e não pago funcionário para escrever aqui.

Vim hoje deixar alguns vídeos para quem quiser dar uma distraída, vai lá:

1) Rodada do Brasileirão, para quem não tem saco:

2) Momento nostalgia, que formou meu caráter e fez esse meu jeitinho de ser:

3) Supremacy, assista em HD por favor.

2

Não vou cair nessa non =)

Pauta 2 (kkkk): Sempre fui adepto ao funcionalismo, a idéia de que o ser humano é 100% livre, desde que ele cumpra com suas obrigações profissionais que assumiu.

É dizer, jornada de trabalho, vínculo fixo, servidor público é muito legal muito bacana, mas acho que o mesmo trabalho pode ser feito, com inclusive mais eficiência, independente da tão propalada jornada de 8 horas por dia.

Você sabe o que são 8 horas? é muito tempo para quem quer o resultado e o sucesso e é pouco tempo para o artista, para o empreendedor, muito pouco tempo para quem quer mais. é, de uma só vez, muito tempo desperdiçado e pouco tempo para o perfeccionista.

Se eu te disser que é possível trabalhar 12 horas por dia como se fosse 4, sem nem notar e sem estresse? É, comece por não se obrigar continuamente nas 8, quando ver os projetos pularão do papel e vc estará extasiado em 15 horas de diversão/trabalho. Quantas vezes tenho que debater isso aqui? Tá……………. eu sou cabeça dura……

Momento legal do dia:

Enfim, hoje abri o wordpress e ele disse: “suas estatísticas estão crescendo, parece que o blog teve mais tráfego do que nunca”.

Pensei, bando de desocupados, rs…

Segue, ali, um link para uma boa leitura: http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/

Sei que não é nada erudito…

Penso, inclusive, que muita gente se faz de erudito na internet, mas não tem paciência de 1 página de um livro e não conversa com as pessoas na rua.

Ora, VTC!

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gotye e liberdade de pensamento

 

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olá amigo imaginário que lê este blog, ou alguém que procurou a palavra “liberdade” no google ou no bing e veio parar aqui por um fatal acidente de percurso!

você só pode estar entediado, no final do expediente, para procurar, ainda mais no bing, uma palavra tão vaga e ampla, é ou não é?

penso que um dia a google inventará um sistema de busca que parta direto do nosso pensamento, algo como uma máquina que entenda o que pensamos e nos dê respostas variadas, um menu. Aí já era nossa liberdade íntima com nossos pensamentos, nossas teorizações, traumas: alguém poderia ver o que se passa em nossa cachola!

aí, no mínimo, o direito penal puniria desde a fase de cogitação! o que seria de chefes ameaçados de morte mentalmente não seria brincadeira!

mas enquanto isso não acontece, estamos utilizando o bom e velho livro, pensando longe, voltando às suas páginas, tornando a viajar no pensamento e no fim concluindo que não entendemos merda nenhuma do que está escrito naquela página.. rsrs ou, talvez, tecendo considerações mentais à pergunta “da onde viemos e para onde vamos?”

uma outra coisa muito legal que inventaram, em algum chuveiro por aí, foi a música! mesmo que seja em russo, ela é simplesmente incrível… vide o sucesso na Romênia da música “ai se eu te pego”!

estes dias, mais ou menos na hora do almoço, vagabundando em alguns canais de tv, apertando o dedo naquela tecla “ch” repetidamente, fui cair numa série de “melhores clipes ou músicas de 2012” e eis que surgiu um cabeludo pelado cantando “somebody i used to know”, quase morrendo nos versos iniciais.

fui lendo a legenda (ahh graças a deus inventaram a legenda! oh glória) e percebendo o encaixe simples e bacana da idéia do autor com a palavra escolhida para seguir a melodia.. de repente começa um refrão forte, um tanto mais alto, incisivo, quase que denunciante, revoltado, indignado, muito direto!

balbuciei algo como: fannnn tásssss tico.

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desde então, atrasado que sou, procurei saber quem era aquele tal de gotye e que raio de música era aquela… me surpreendi com o fato de ter sido esta canção a mais executada em rádios no mundo no ano passado (OMG) e não a musiquinha do coreano..

fiquei viciado… procurei vários vídeos no youtube e outros, principalmente ao vivo, queria ver Kimbra… gostei da idéia passada pela música, sua letra, sua dramaticidade… entendi o porquê do sucesso.

fazia tempo que não encafifava com uma música assim: aconteceu com “we are broken” do paramore, “i not your toy” do la roux, “taking pictures of you” do the kooks, “please, please, please, let me get what i want” do the smiths, “houdini” da foster the people, “manhattan” da kol, “too late to talk” do mystery jets” entre tantas outras…

desta vez encafifei feito… sem uma razão aparente: aquele som me surpreendeu, me assustou e depois acalmou minha alma num quase sono.

veja o clipe original com legendas e uma versão ao vivo, se quiser…

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